terceira vez na terra da Motown, então, terceira passagem no túnel alucinógeno do aeroporto de Detroit.fazendo o exercício de enxergar tudo isso aqui pelos olhos dos norte-americanos, até que é muito possível compreender como existem tantos deles "sem noção"... está tudo aqui. tudo é fácil. tudo é confortável.
claro que estar num meio de pessoas que (literalmente) trabalham para incrementar a melhoria da qualidade de vida de quem precisa de uma mãozinha pode alterar um pouco os parâmetros sobre o que realmente é o resto do país, ou ao menos a maioria do país.
ignorar o resto do mundo definitivamente não conta a favor deles. mas só nos importamos com isso pois somos o "resto"? quem garante que não faríamos o mesmo se estivéssemos em outra posição?
"if you could blow up the world with the flick of a switch, would you do it? if you could make everybody poor just so you could be rich, would you do it? if you could watch everybody work while you just lay on your back, would you do it? if you could take all the love without giving any back, would you do it? and so we cannot know ourselves or what we'd really do..."
engraçado é que sempre que ouço essa música, me pego refletindo uns segundinhos sobre essas perguntinhas, e além das óbvias negativas, o mais interessante é sempre não saber responder uma ou duas delas... sempre bom ser desafiado, ainda mais quando o autor da proeza é norte-americano ;)
2 comentários:
aeeeeeeee, conseguiu adicionar a figura! \o/
e fez uma citação, a-há!
são os malucos do flaming lips, né? lembro desse cara de uma foto cor de rosa que tu colocaste no fotolog, há algum tempo atrás....
eu também não saberia responder, se as posições estivessem invertidas, se nós nos importaríamos.
choramos muito pela áfrica? não....
beijocas, aproveite!
mas quais são as óbvias negativas mesmo? afinal, we cannot know ourselves or what we'd really do, certo?
ah, sai logo dai, sai.
:P
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